quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Amanda




Fora os preconceitos, julgamentos, opiniões, comentários e outros, frutos do que a Amanda publicou na internet, o que me deixa horrorizada é o simples facto desta criança (porque era uma criança) ter sido perseguida e chantageada continuadamente pela pessoa que a convençeu de início a mostrar os seios na internet e, até hoje, nada se fez para o parar. Não quero sequer imaginar o desespero e terror pelo qual ela passou, tanto que acabou por tomar a derradeira decisão de se matar. Só que, no fundo, ela foi levada a tomar essa decisão e, isso, no meu mundo chama-se homicídio (não suicídio).

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Baboseiras

Do nada! Mesmo. Apeteceu, e aqui voltei, ao fim destes anos todos.
Tenho esta vontade dentro de mim, há algum tempo. Para mim, por mim e porque...

A simples ideia de escrever porque apeteçe é algo de libertador. De novo, também. Eu, que o dia a dia obriga a controlar continuadamente as palavras usadas, ditas ou escritas.

A vontade de expressar uma opinião sobre tudo, sobre algo, sobre nada.

Por exemplo, neste preciso momento, estou a tentar lembrar-me de um tema, mas nada me vem à cabeça, ou melhor, vêm milhões mas nenhum desponta o suficiente para lhe pegar.

Também não me apetece fazer deste sítio, que é meu, que vai ser meu, algo de supostamente intelectual, aliás, falsamente intelectual, porque isso é algo que não sou mesmo, nem quero...

Quero que este canto seja meu, que seja EU!
Eh pá! que bem que me está a fazer este pequeno instante. Só tenho pena de não ser mais habilidosa com as teclas porque o meu pensamento está a ser muito mais rápido que os dedos... Porra!

Será que aqui me fico? Não sei. Por enquanto, sim já que outros afazeres me chamam, mas por hoje, duvido.