As intenções são boas, mesmo! Mas disso, afinal, descobri que o Inferno está cheio, aliás, apinhado...
De um simples almoço de família para o Dia de Reis em que um dos membros começa a falar dos problemas existentes na família do namorado, parte-se para analogia, sobretudo com o "cônjuge", terminando na "p...a" de uma zanga resultando de mal falados, de mal entendidos, de sub-entendidos, de não ditos e de ditos a mais.
Viva o Dia de Reis!
Agora, mais à sério (ainda): ando cada vez mais convencida que àquela casa tem algo que consegue extrair o mau em nós ou que nos quer mal e faz de nós maus...
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Amanda
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Baboseiras
Do nada! Mesmo. Apeteceu, e aqui voltei, ao fim destes anos todos.
Tenho esta vontade dentro de mim, há algum tempo. Para mim, por mim e porque...
A simples ideia de escrever porque apeteçe é algo de libertador. De novo, também. Eu, que o dia a dia obriga a controlar continuadamente as palavras usadas, ditas ou escritas.
A vontade de expressar uma opinião sobre tudo, sobre algo, sobre nada.
Por exemplo, neste preciso momento, estou a tentar lembrar-me de um tema, mas nada me vem à cabeça, ou melhor, vêm milhões mas nenhum desponta o suficiente para lhe pegar.
Também não me apetece fazer deste sítio, que é meu, que vai ser meu, algo de supostamente intelectual, aliás, falsamente intelectual, porque isso é algo que não sou mesmo, nem quero...
Quero que este canto seja meu, que seja EU!
Eh pá! que bem que me está a fazer este pequeno instante. Só tenho pena de não ser mais habilidosa com as teclas porque o meu pensamento está a ser muito mais rápido que os dedos... Porra!
Será que aqui me fico? Não sei. Por enquanto, sim já que outros afazeres me chamam, mas por hoje, duvido.
Tenho esta vontade dentro de mim, há algum tempo. Para mim, por mim e porque...
A simples ideia de escrever porque apeteçe é algo de libertador. De novo, também. Eu, que o dia a dia obriga a controlar continuadamente as palavras usadas, ditas ou escritas.
A vontade de expressar uma opinião sobre tudo, sobre algo, sobre nada.
Por exemplo, neste preciso momento, estou a tentar lembrar-me de um tema, mas nada me vem à cabeça, ou melhor, vêm milhões mas nenhum desponta o suficiente para lhe pegar.
Também não me apetece fazer deste sítio, que é meu, que vai ser meu, algo de supostamente intelectual, aliás, falsamente intelectual, porque isso é algo que não sou mesmo, nem quero...
Quero que este canto seja meu, que seja EU!
Eh pá! que bem que me está a fazer este pequeno instante. Só tenho pena de não ser mais habilidosa com as teclas porque o meu pensamento está a ser muito mais rápido que os dedos... Porra!
Será que aqui me fico? Não sei. Por enquanto, sim já que outros afazeres me chamam, mas por hoje, duvido.
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